Dicas de Vestibular

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Na reta final para os vestibulares, é importante organizar os estudos
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Com a proximidade das datas das provas, é muito provável que alguns pensamentos nada positivos estejam rondando sua cabeça: “meus estudos não têm rendido aquilo que eu esperava”; “tem muita gente mais bem preparada do que eu”; “tem muito conteúdo que eu não sei muito bem e não vai dar tempo de estudar agora”; “a matéria está se acumulando e não estou dando conta”;  “acho que não vou…”.

Ei! Pare por um momento! Vamos analisar esse período de sua jornada de vestibulando com um pouco mais de calma…

Primeiro, objetivamente, faça uma reflexão de como tem sido seu comportamento nas últimas provas ou nos últimos simulados. Aprenda a se conhecer com eles. Vamos focar apenas em um único aspecto. Por exemplo, todos temos uma curva de rendimento otimizada ao longo do tempo. Em um período de 4 ou 5 horas, cada um tem um desempenho diferente de concentração. Trace a melhor estratégia de acordo com seu perfil.

Pode ser que o melhor para você seja quebrar a prova em ciclos curtos de ataque (30 minutos, por exemplo), com breves pausas para descanso/relaxamento. Pode ser que você tenha um perfil de fôlego mais longo. E quanto a alternar a resolução dos exercícios das disciplinas de exatas e humanas? Isso é interessante para você? Você já se decidiu por isso? Você já testou essa rotina? Você já refletiu sobre isso? Você já percebeu como seus erros se acumulam na última hora da prova ou do simulado? Coincidência? Então, qual sua estratégia para a hora final? Se você ainda não tem resposta para essas perguntas, que tal conversar com seus professores?

Reta Final

Vamos agora jogar o olhar para frente. O que é possível fazer daqui em diante? Antes de tudo, um aviso: nada do que você fará será eficaz, se você não mantiver muita disciplina em seus estudos e não planejar bem sua vida, de modo que o cansaço seja mantido dentro dos limites.

Falando especificamente da reta final, uma opção de trabalho é você ordenar os seus exames prioritários e encará-los de frente. Tendo-os em mãos, procure reconhecer se há algum padrão com relação à formulação das questões. Por exemplo, suponha que seu foco prioritário agora seja a Fuvest: Para não prejudicar seu estudo cotidiano, a cada dia da semana, você pode simular metade da prova da primeira fase de cada ano, começando, por exemplo, com a de 2013. Mas você fará isso contra o relógio, mantendo uma média de 3 minutos por questão.

Assim, na segunda-feira, você escolhe as disciplinas de sua preferência de modo a totalizar 45 testes, cronometra 2,5 horas e começa. Corrija e arquive seus principais erros. Na terça-feira, resolva o restante. Corrija e arquive seus principais erros. Na quarta-feira, pegue a prova do ano seguinte, eleja disciplinas distintas daquelas que você escolheu na segunda, marque 2,5 horas e repita o processo. Entendeu? Note, se for disciplinado, em duas semanas, você terá resolvido todas as provas da 1ª fase da Fuvest a partir de 2013. Depois disso, você ainda tem tempo suficiente para estudar outras provas (Enem, Vunesp, Unicamp, etc).

O que vai acontecer? Você vai obter valiosos resultados com esse tipo de simulação. Ao final desse ciclo, você vai poder identificar os conteúdos de pior desempenho, que lhe servirão de balizadores para uma revisão nos dias que antecederão a prova. Além disso, você poderá identificar conteúdos que não são alvos prioritários do vestibular que está simulando. Confirme isso com seus professores. Mais ainda, além de interiorizar o tempo de 3 minutos por questão, você acaba descobrindo, entre as tentativas feitas, qual a sequência de matérias que mais se ajusta ao seu comportamento mental durante a prova.

Lembre: não estude como um louco. Estude de forma inteligente.


Por que a Constituição é fundamental para a organização da sociedade?
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Uma constituição pode ser considerada um conjunto de normas e leis que regem um Estado. A lei máxima regulamenta e limita as relações entre os poderes, ao mesmo tempo em que estabelece os direitos e deveres dos cidadãos. Dessa forma, o texto constitucional mostra-se fundamental para a organização da vida em sociedade. As constituições podem ser promulgadas, quando contarem na sua elaboração com a participação popular por meio de representantes eleitos; ou outorgadas, quando forem impostas por meio de forças políticas sem legítima participação popular. Assim, podemos perceber que uma constituição promulgada é fundamental para construção de um Estado democrático de direito.

Alguns países tiveram várias Constituições, outros um único texto dessa natureza. Os Estados Unidos, por exemplo, têm apenas uma Constituição em sua história, que entrou em vigor desde 1787. O Brasil, por sua vez, teve sete Constituições (1824, 1891, 1934, 1937, 1946, 1967 e 1988), sendo que alguns juristas consideram uma emenda constitucional realizada em 1969 durante o regime militar como sendo mais uma constituição, o que elevaria para oito o número de constituições na história do nosso país.  O que esse número de constituições demonstra? Tal histórico deixa claro um passado de instabilidade política. O Brasil nasceu monárquico, virou república e, ao longo do tempo, teve percalços que levaram a troca de governos e Constituições, sendo que algumas foram outorgadas e outras promulgadas.

De qualquer forma, um olhar mais específico para nossas Constituições nos leva a perceber certa evolução. A primeira Constituição do Brasil (1824), ainda no período monárquico, previa eleições para alguns cargos, porém o sistema era censitário, oportunidade em que o critério de renda determinava a participação política. Com a proclamação da República, veio uma nova Constituição em 1891 que estabelecia o fim do voto censitário, mas excluía analfabetos, mulheres, entre outros perfis. Dessa forma, a maior parte da população continuava excluída da participação política. Além dessa exclusão, no texto constitucional de 1891, o voto era aberto, o que favorecia a fraude eleitoral.

Com a Constituição de 1934, finalmente o voto feminino foi inserido no texto, juntamente com o voto secreto. Em 1937, a criação da ditadura do Estado Novo levou à outorga de uma nova constituição apelidada de “polaca”, a qual garantiu a centralização do poder na figura do presidente Getúlio Vargas. O fim do Estado Novo, em 1945, garantiu a redemocratização do país e uma nova Constituição promulgada em 1946, texto que teve validade até a instalação do regime militar (1964 – 1985). Com a criação do regime de exceção, veio uma nova Constituição em 1967; e, na sequência, uma emenda constitucional em 1969, considerada por muitos juristas, como já informado, uma nova Constituição, que fora outorgada. Durante esse período, a participação política foi restringida; pois, para muitos cargos públicos, entre eles o de presidente da república, não era prevista a participação direta dos cidadãos brasileiros.

Com o fim do Regime Militar em 1985, abriu-se caminho à redemocratização e foi convocada uma Assembleia Constituinte em 1986, que promulgou uma nova Constituição em 1988. A Constituição Federal de 1988 foi apelidada de “Constituição Cidadã” e é considerada a mais democrática da história do Brasil. O referido e atual texto constitucional garantiu o voto direto e secreto, o direito ao voto para analfabetos, a independência e a harmonia entre os poderes. Além disso, a Constituição Federal de 1988 ampliou os direitos e garantias sociais e fundamentais, estabeleceu maior autonomia para os Municípios, entre outros benefícios.

Mas uma pergunta deve ser feita: será que, com a Constituição de 1988, podemos entender que finalmente a democracia está consolidada?

A história do Brasil mostra um longo histórico de instabilidades, avanços e retrocessos. Certamente, uma visão mais atenta da nossa trajetória como país permite perceber, apesar dos percalços, um caminho de evolução, sobretudo em termos de direitos e garantias fundamentais, de cunho individual e coletivo. Evidente que tal conclusão não afasta, por completo, problemas, instabilidades ou retrocessos; mas, garante que o respeito à Lei, à Constituição e a todas as instituições republicanas é dever de todo cidadão brasileiro, e mostra-se fundamental para que continuemos a buscar a melhora das relações em sociedade.


A Revolução Russa por outros olhares
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O ano de 2017 marca o aniversário de 100 anos da Revolução Russa. Por conta disso, uma série de eventos e publicações estão programados para os próximos meses em todo o mundo. Paralelamente, o referido centenário traz algumas preocupações para os estudantes que estão se preparando para o ENEM e demais vestibulares: o que pode ser cobrado? como pode ser cobrado? como devo estudar o tema? O presente texto busca trazer essas respostas.

Inicialmente, quando analisado o histórico de questões sobre Revolução Russa, conseguimos observar que o assunto é cobrado com baixa frequência – de todos os grandes temas do século XX na História Geral, a Revolução Russa é a preterida entre as bancas examinadoras. O ENEM nunca abordou o tema, a FUVEST o fez pela última vez em 2000. Das universidades públicas paulistas, apenas a UNESP tem cobrado o assunto com significativa frequência – desde 2010, foram 6 questões. Já com relação a forma como as bancas abordam o tema, esta é feita de maneira bastante tradicional: questões com viés materialista, discutindo causas e consequências; as fases da revolução; e as mudanças políticas, sociais e econômicas. As questões mais complexas se limitam a abordar a Revolução Russa em seu contexto com o período do entre Guerras e comparativamente com outras revoluções, em especial a francesa de 1789.

O cenário descrito acima, poderia, isoladamente, trazer o diagnóstico de que o estudo da Revolução Russa está em uma posição de segunda importância – o que seria um completo equívoco.

O tema deve ser tratado com bastante atenção, ao menos por duas razões: (i) ele faz a ligação das teorias socialistas e dos embates ideológicos do século XIX com os acontecimentos da primeira metade do século XX; além do fato de que (ii) compreender a Revolução e seus desdobramentos é compreender, em grande medida, todos os acontecimentos do século passado, como a ascensão do Fascismo, a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria – temas que são cobrados todos os anos.

Se isso não bastasse, a Revolução Russa é daqueles temas que permite reflexões e abordagens bastante interessantes. Ao analisarmos o ENEM e os vestibulares mais concorridos do país, observamos uma tendência de questões que buscam avaliar determinadas habilidades nos candidatos, muito além da simples memorização e exposição de conceitos. Atualmente, o candidato que busca um curso concorrido em uma universidade de ponta deve estar apto a correlacionar situações concretas a conceitos teóricos, bem como inter-relacionar conceitos diversos para efetuar análises complexas. Nesse sentido, nós do Anglo trabalhamos com nossos alunos o que denominamos de HAC (Habilidades de Alta Complexidade). Vejamos um exemplo:

 

As duas imagens acima foram produzidas por importantes artistas russos em momentos históricos bastante significativos. O primeiro trata-se de um cartaz feito em meio à guerra-civil como forma de apoiar os Bolcheviques contra os Brancos – a obra é dividida em duas grandes partes, uma branca e outra preta. No lado branco há um grande triângulo vermelho, cuja ponta atravessa a divisória entre as cores e penetra no círculo branco que domina o lado preto, escapando vários estilhaços vermelhos. O segundo é um quadro produzido quarenta anos depois, no fim do regime stalinista – nele temos dois homens, um deles está morto enquanto o outro toma a bandeira vermelha em punho. As obras fazem parte, respectivamente, da arte vanguardista russa e do realismo soviético.

O início do século XX foi marcado por inúmeras transformações que se refletiram em inúmeros movimentos artísticos de vanguarda. Nesse contexto, a Rússia governada pelo Czar Nicolau II, tendo sido derrotada na Guerra Russo-Japonesa (1905) e na Primeira Guerra Mundial, e em meio a uma enorme crise, foi o cenário ideal para o surgimento de inúmeras vanguardas que contestavam a arte até então praticada – a arte do czar e da burguesia. O ambiente pré-revolucionário foi marcado por uma grande efervescência cultural, situação que se manteve até a construção do totalitarismo de Stalin. A arte moderna russa pôs a arte sobre novas bases, tal como Lênin pretendia fazer com o mundo ao criar o seu Estado socialista.

Os artistas vanguardistas na Rússia eram entusiasticamente a favor do Estado – ao menos nos primeiros anos pós-revolução. E para os Bolcheviques, apoiar as correntes artísticas radicais e progressistas era promover um novo modo de vida igualmente radical e progressista proposto pela Revolução de Outubro de 1917. Nesse contexto, temos a primeira imagem em que as formas e o estilo da arte não representacional são usados de uma maneira extremamente simbólica.

Com o desenrolar da Revolução e a progressiva construção do totalitarismo stalinista, o espaço para o diferente e para a contestação cessou. A ideologia totalitária submeteu também o campo da cultura, e a arte vanguardista deu espaço para o realismo socialista a partir da década de 1930, como demonstra a segunda imagem. Em um formato bastante distinto, nela fica expressa uma verdadeira política de Estado para a estética, que determinou tendências nas mais diversas esferas do campo da cultura – da literatura ao design de produtos.

O realismo soviético é avesso à arte subversiva, é contrário às ideologias subversivas. Comparar as duas imagens é observar, através da arte, como o projeto revolucionário de 1917 mudou de curso.

Em síntese, o bom estudante deve estar atento a fatores que vão além da simples narrativa histórica, desenvolvendo através de seus estudos habilidades complexas que o permitam, entre outras, contrastar documentos de diferentes naturezas reconhecendo a influência da subjetividade em seus registros, bem como inseri-lo dentro do seu contexto histórico.



Fontes: Pinterest/Voyager


Estratégia: como resolver as questões de 2ª fase dos vestibulares
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estudantes_1Os principais exames vestibulares de segunda fase, como da Fuvest e da Unicamp, se aproximam. Agora, será a vez de questões discursivas. Os candidatos que chegaram até aqui estão bem preparados. Então, qual a estratégia para o sucesso? Inicialmente, vale lembrar todos os procedimentos que antecedem qualquer prova: adequadas horas de sono, bom preparo físico (que tal fazer caminhadas nos dias que antecedem as provas?), alimentação adequada e balanceada e, fundamentalmente, confiança no conhecimento da matéria.

Especificamente para as resoluções das questões discursivas, continua valendo a conhecida estratégia do método pega-varetas, em alusão ao brinquedo que você deve retirar o máximo de varetas sem mexer as demais, logicamente, começando a coletar as varetas mais fáceis de serem retiradas. No caso, por exemplo, da prova de Conhecimentos Gerais da Fuvest, é aconselhável fazer uma leitura da prova antes, desde a primeira questão, marcando aquelas que o candidato acredita dominar mais e que deverão ser resolvidas primeiro. As mais complexas ficam para o final.

A vantagem de ler todas as questões previamente é informar ao cérebro do que trata a questão. É um primeiro registro do assunto, que será útil na retomada posterior da questão, o que facilitará sobremaneira a resolução. Para a prova de Conhecimentos Específicos da Fuvest e para a prova da Unicamp, vale o mesmo procedimento: pega-varetas. Ler todas as questões e assinalar aquelas que o candidato acredita que possam ser resolvidas mais facilmente.

Agora, qual é a estratégia de resposta, ou seja, como elaborar a resposta ao que se pede na questão?

Depende de como é a proposta da questão, se única ou dotada de itens. A seguir, vamos a um exemplo de questão de Biologia que caiu na prova da Famerp, 2016, realizada em 18/12/2015.

segunda_fase_fuvest_unicampVamos ao procedimento: após ler o conteúdo da questão com cuidado, deve-se fazer inicialmente um rascunho com as possíveis respostas. Mais importante, é se ater ao que é pedido em cada item. Ou seja, no caso do item a, há duas perguntas, que devem ser respondidas separadamente. O mesmo vale para o item b, que também é constituído de duas perguntas. Feito o rascunho e respondidas as questões de cada item, agora é hora de passar a limpo, corrigindo possíveis erros verbais, conferindo vírgulas, acentos e elaborando a forma final.

Veja, a seguir, um modelo de resposta aos itens da questão acima.

Respostas:

a) O agente causador da Aids é um vírus, portanto, acelular. O material genético é representado por duas moléculas de RNA.

b) A transcriptase reversa atua na síntese de uma molécula de DNA a partir da molécula do RNA viral. Trata-se de uma transcrição reversa. Antirretrovirais não curam a doença porque ainda permanecem moléculas do DNA viral, chamados “provirus”, ligados ao material genético das células infectadas. Se, eventualmente, essas moléculas de DNA entrarem em atividade, poderão produzir novas moléculas de RNA viral, que poderão infectar novas células e, assim, possibilitar a continuidade da doença.

O procedimento adotado na resposta à questão acima é válido para qualquer questão, seja da Fuvest, seja da Unicamp. Fique atento ao que se pergunta. Se for apenas um item, responda e pronto, mas esteja atento para a possível subdivisão de perguntas no caso de item único. Se houver dois itens e cada um tiver uma questão evidente, responda separadamente cada uma delas. Não misture as respostas dos itens e não faça uma resposta única abrangendo os dois itens.

Se o candidato tomar esses cuidados, pode ter certeza de que tem tudo para fazer uma excelente prova. O resultado ficará bem próximo do que se tem como meta, ou seja, sucesso na reta final e obtenção da tão sonhada vaga no curso escolhido.

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Veja como identificar e resolver questões interdisciplinares
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*Por Prof. José Eduardo Monteiro

Candidatos prestam prova da Fuvest. Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Estamos às vésperas da primeira fase do vestibular da FUVEST e é bom lembrarmos que algumas das suas questões são interdisciplinares, ou seja, é necessário articular conhecimentos de duas ou mais disciplinas para a sua resolução. Questões desse tipo são adotadas nessa prova desde a edição de 2007 e atendem às diretrizes estabelecidas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) de 2000.

Importante ressaltar que essas questões não são apresentadas em blocos como as das outras disciplinas, mas estão espalhadas ao longo da prova, de forma que não ficam claramente identificadas. Mesmo assim, não costuma ser difícil reconhecê-las. Por exemplo, uma das questões interdisciplinares do ano passado tratava do desenvolvimento das máquinas térmicas e sua importância para a revolução industrial; em outra, o candidato precisava ter conhecimentos de progressão geométrica e de acústica.

Essas questões interdisciplinares também costumam ser contextualizadas, partindo da análise de alguma situação cotidiana, utilizando os saberes das disciplinas que se articulam para o desenvolvimento de um estudo mais global e menos segmentado para sua resolução. Aqui, as fórmulas prontas têm relevância secundária, sendo necessário que o aluno explore a sua criatividade, sua iniciativa e sua capacidade de associar o conhecimento acadêmico à sua realidade. Como essa é uma tendência que se verifica não só nas provas, mas também nas práticas escolares, provavelmente você já resolveu diversas questões desse tipo.

Como se preparar para essas questões? Do mesmo jeito que você já tem se preparado para as outras. No meu último post neste blog eu destaquei a importância de se refazer provas antigas e se você seguiu a minha dica, já viu bons exemplos de como elas podem aparecer. Caso você não tenha refeito, ainda dá tempo! Quanto mais questões você fizer, mais bem preparado você estará para encarar esse desafio.

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