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Fim da Grande Guerra completa 100 anos: Conheça os detalhes
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– Professor, por que chamaram a Primeira Guerra Mundial de “Primeira”? Já sabiam que haveria uma Segunda?

 

No dia 11 de novembro de 1918, foi assinado o Armistício, o cessar fogo que encerrou a Primeira Guerra Mundial, depois de pouco mais de quatro anos de uma matança sem precedentes. Quando começou, a “guerra para acabar com todas as guerras” não foi chamada de “Primeira”, mas simplesmente de a “Grande Guerra”. A sofisticação dos armamentos, o grande número de países participantes e a mobilização em larga escala de milhões de soldados, desde os primeiros dias do conflito, deixaram claro que essa guerra seria maior do que todas as anteriores.

Foi uma guerra da era industrial, na qual ocorreu a mobilização das economias nacionais,  seja através da conversão das indústrias civis para bélicas, seja através da mobilização tecnológica em busca da “arma decisiva”. O resultado foi o prolongamento do conflito e a mobilização cada vez maior de potencial humano, provocando elevada mortalidade.

Ao final do conflito, os países Aliados, notadamente França e Inglaterra, com a participação dos Estados Unidos a partir de 1917, derrotaram as Potências Centrais, basicamente a Alemanha e seus associados, como Áustria e Turquia. Seguiu-se a imposição do Tratado de Versalhes, assinado em 1919, por meio do qual ingleses e franceses se vingaram dos alemães, fazendo pesadas exigências em termos de indenizações financeiras, compensações materiais e territoriais pelos danos infligidos durante o conflito. O Tratado de Versalhes gerou um forte desejo alemão de vingança, rapidamente transformado em bandeira política por partidos radicais conservadores, como o jovem partido nazista. A partir de então, tornou-se claro que haveria uma revanche, e a Grande Guerra seria seguida de uma segunda Grande Guerra.

Nos vestibulares e no ENEM, a Primeira Guerra Mundial costuma ser abordada de duas formas principais:

– Pedindo-se que se apontem suas causas (desdobramento do expansionismo/imperialismo europeu na era industrial) e suas consequências (mudanças no mapa europeu, revanchismo alemão, desequilíbrio econômico);

– Pedindo-se que se identifique o impacto de novas tecnologias na guerra, enquanto experiência social a que dezenas de milhões de pessoas foram submetidas.


4 dicas de como se comportar na semana entre as provas do Enem
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No último domingo (05.11.2017), foi realizada a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), inaugurando o calendário 2017/2018 dos grandes vestibulares de aplicação nacional. Nesta semana em que antecede o seu segundo dia de aplicação, com as provas de Ciências da Natureza e Matemática, é muito comum que os estudantes se questionem sobre o que fazer, sobre a estratégia para obter o melhor desempenho possível no próximo domingo. Esse texto dará quatro importantes dicas sobre o assunto:

  1. Neste momento, foque na próxima prova, independente do seu desempenho nas provas de Ciências Humanas, Linguagens e Redação.

É muito comum que um desempenho abaixo do esperado pelo aluno acabe por desestimulá-lo nos estudos e na realização das provas do próximo domingo. Não faça isso! Esta prova, diferente de outros tradicionais vestibulares, utiliza o método da Teoria de Resposta ao Item (TRI), que busca a coerência de acertos do candidato. Dessa forma, a quantidade de acertos dificilmente corresponderá à nota final do candidato, uma vez que as questões possuem pesos distintos e dependerá do conjunto de acertos obtidos na prova. Se não é possível aferir a nota de fato obtida, não há motivo para se preocupar com ela agora.

  1. Ainda faltam 40% das provas do Enem 2017: sua nota final ainda não está definida.

            No próximo domingo ainda serão definidas duas das cinco notas do Enem: Ciências da Natureza e Matemática. Nesse sentido, sua média final para concorrer às vagas oferecidas pelo SISU, por enquanto, está um pouco longe de estar fechada. Principalmente nos cursos e universidades mais concorridas, o próximo dia de prova será definitivo para a conquista da sua vaga. Pense nisso!

  1. Tire boas lições com o primeiro dia de prova.

Para muitos, o último domingo foi a largada para os vários vestibulares desta temporada. Sendo assim, faça uma avaliação do que deu certo e do que poderia ter sido melhor. Tempo de sono, horário de acordar, alimentação, deslocamento para o local do exame, ida ao banheiro durante a prova: esses e outros elementos podem ser fundamentais para o bom desempenho do candidato.

Além disso, corrigir as questões erradas, embora não ajude diretamente para o segundo dia do Enem, sem dúvida irá contribuir para os vestibulares das próximas semanas. Não é incomum os temas se repetirem. Corrigir as provas realizadas é uma boa forma de revisar os conteúdos em que você tenha maior dificuldade.

  1. Mantenha o ritmo de estudos, revise as matérias com maior dificuldade, não cometa excessos.

Nesta semana, o mais importante é o aluno manter a rotina de estudo, focando, é claro, nas provas de Ciências da Natureza e Matemática. Opte por revisar aqueles assuntos que possui maior dificuldade e que, tradicionalmente, costumam estar mais presentes na prova. Este não é o momento para exageros: concilie estudo, boa alimentação e descanso.


Veja como estudar de maneira leve e descontraída entre as provas do ENEM
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A melhor coisa que alguém pode fazer para descansar é fazer o que quiser. Muitos estudantes ficam tão fissurados com o Enem, que não conseguem fazer nada além de mergulhar a cabeça em livros e apostilas. Bem, se é isso o que descansa você, mergulhe fundo!

Por outro lado, há sempre os que preferem manter distância dos estudos e dar um alívio para a mente. Fazer isso está longe de significar fugir da batalha; ao contrário, é bom para se colocar em condições de encarar os desafios pesados que vêm pela frente. Se você é parte dessa turma, seguem algumas dicas para aquela semana entre as duas provas do Enem. Ou para qualquer semana da sua vida.

Se gosta de um livro, encontrará ótimas sugestões nas listas de leitura obrigatória; mas, tudo bem, a proposta é fugir também dos vestibulares… Então, vamos lá.

* Antologia comentada da poesia brasileira do século 21 (Publifolha) – essa é para quem gosta de poesia. Organizada por Manuel da Costa Pinto, a antologia traz exemplos de poetas jovens que já impressionam e de velhos que continuam impressionantes

* Lima Barreto, triste visionário (Companhia das Letras), de Lilian Schwarcz – biografia tão extensa quanto envolvente, de um escritor tão talentoso quanto marginalizado e sua luta contra os preconceitos de que era vítima.

* Amora (Não Editora), de Natalia Borgesa Polesso – em tempos deconservadorismo furioso, é bom recorrer a esse veneno antimonotonia. As narrativas têm a homoafetividade como eixo, mas tratam, acima de tudo, da quebra de barreiras morais e sociais, tema com o qual todo jovem precisa estar antenado.

* Macunaíma (várias edições), de Mário de Andrade – um clássico que ensina a ler o Brasil, o que é sempre um bom caminho para aprender a se ler melhor.

* Para quem quer fugir de autores brasileiros ou portugueses (que marcam presença nas listas de leitura obrigatória), a sugestão é ir até uma livraria e escolher qualquer coisa escrita pelo turco Orhan Pamuk – vai ser difícil se decepcionar.

Se o que distrai você é mesmo um par de horas diante da tela grande, duas sugestões:

* A guerra dos sexos (direção de Jonathan Dayton e Valerie Faris) – história (verdadeira) da partida de tênis disputada entre Bobby Riggs (vivido por Steve Carell) e por Billie Jean King (Emma Stone), uma das maiores jogadoras de todos os tempos. Dá para se divertir e, ainda por cima, pensar um pouco na vida.

* Roda gigante (direção de Woody Allen) – é novo. E é Woody Allen. E ele sempre vale a pipoca.

No mais, é bater papo com os amigos, jogar conversa fora e curtir um pouco, porque a vida não se resume a vestibular.

 


Na reta final para os vestibulares, é importante organizar os estudos
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Com a proximidade das datas das provas, é muito provável que alguns pensamentos nada positivos estejam rondando sua cabeça: “meus estudos não têm rendido aquilo que eu esperava”; “tem muita gente mais bem preparada do que eu”; “tem muito conteúdo que eu não sei muito bem e não vai dar tempo de estudar agora”; “a matéria está se acumulando e não estou dando conta”;  “acho que não vou…”.

Ei! Pare por um momento! Vamos analisar esse período de sua jornada de vestibulando com um pouco mais de calma…

Primeiro, objetivamente, faça uma reflexão de como tem sido seu comportamento nas últimas provas ou nos últimos simulados. Aprenda a se conhecer com eles. Vamos focar apenas em um único aspecto. Por exemplo, todos temos uma curva de rendimento otimizada ao longo do tempo. Em um período de 4 ou 5 horas, cada um tem um desempenho diferente de concentração. Trace a melhor estratégia de acordo com seu perfil.

Pode ser que o melhor para você seja quebrar a prova em ciclos curtos de ataque (30 minutos, por exemplo), com breves pausas para descanso/relaxamento. Pode ser que você tenha um perfil de fôlego mais longo. E quanto a alternar a resolução dos exercícios das disciplinas de exatas e humanas? Isso é interessante para você? Você já se decidiu por isso? Você já testou essa rotina? Você já refletiu sobre isso? Você já percebeu como seus erros se acumulam na última hora da prova ou do simulado? Coincidência? Então, qual sua estratégia para a hora final? Se você ainda não tem resposta para essas perguntas, que tal conversar com seus professores?

Reta Final

Vamos agora jogar o olhar para frente. O que é possível fazer daqui em diante? Antes de tudo, um aviso: nada do que você fará será eficaz, se você não mantiver muita disciplina em seus estudos e não planejar bem sua vida, de modo que o cansaço seja mantido dentro dos limites.

Falando especificamente da reta final, uma opção de trabalho é você ordenar os seus exames prioritários e encará-los de frente. Tendo-os em mãos, procure reconhecer se há algum padrão com relação à formulação das questões. Por exemplo, suponha que seu foco prioritário agora seja a Fuvest: Para não prejudicar seu estudo cotidiano, a cada dia da semana, você pode simular metade da prova da primeira fase de cada ano, começando, por exemplo, com a de 2013. Mas você fará isso contra o relógio, mantendo uma média de 3 minutos por questão.

Assim, na segunda-feira, você escolhe as disciplinas de sua preferência de modo a totalizar 45 testes, cronometra 2,5 horas e começa. Corrija e arquive seus principais erros. Na terça-feira, resolva o restante. Corrija e arquive seus principais erros. Na quarta-feira, pegue a prova do ano seguinte, eleja disciplinas distintas daquelas que você escolheu na segunda, marque 2,5 horas e repita o processo. Entendeu? Note, se for disciplinado, em duas semanas, você terá resolvido todas as provas da 1ª fase da Fuvest a partir de 2013. Depois disso, você ainda tem tempo suficiente para estudar outras provas (Enem, Vunesp, Unicamp, etc).

O que vai acontecer? Você vai obter valiosos resultados com esse tipo de simulação. Ao final desse ciclo, você vai poder identificar os conteúdos de pior desempenho, que lhe servirão de balizadores para uma revisão nos dias que antecederão a prova. Além disso, você poderá identificar conteúdos que não são alvos prioritários do vestibular que está simulando. Confirme isso com seus professores. Mais ainda, além de interiorizar o tempo de 3 minutos por questão, você acaba descobrindo, entre as tentativas feitas, qual a sequência de matérias que mais se ajusta ao seu comportamento mental durante a prova.

Lembre: não estude como um louco. Estude de forma inteligente.


Por que a Constituição é fundamental para a organização da sociedade?
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Uma constituição pode ser considerada um conjunto de normas e leis que regem um Estado. A lei máxima regulamenta e limita as relações entre os poderes, ao mesmo tempo em que estabelece os direitos e deveres dos cidadãos. Dessa forma, o texto constitucional mostra-se fundamental para a organização da vida em sociedade. As constituições podem ser promulgadas, quando contarem na sua elaboração com a participação popular por meio de representantes eleitos; ou outorgadas, quando forem impostas por meio de forças políticas sem legítima participação popular. Assim, podemos perceber que uma constituição promulgada é fundamental para construção de um Estado democrático de direito.

Alguns países tiveram várias Constituições, outros um único texto dessa natureza. Os Estados Unidos, por exemplo, têm apenas uma Constituição em sua história, que entrou em vigor desde 1787. O Brasil, por sua vez, teve sete Constituições (1824, 1891, 1934, 1937, 1946, 1967 e 1988), sendo que alguns juristas consideram uma emenda constitucional realizada em 1969 durante o regime militar como sendo mais uma constituição, o que elevaria para oito o número de constituições na história do nosso país.  O que esse número de constituições demonstra? Tal histórico deixa claro um passado de instabilidade política. O Brasil nasceu monárquico, virou república e, ao longo do tempo, teve percalços que levaram a troca de governos e Constituições, sendo que algumas foram outorgadas e outras promulgadas.

De qualquer forma, um olhar mais específico para nossas Constituições nos leva a perceber certa evolução. A primeira Constituição do Brasil (1824), ainda no período monárquico, previa eleições para alguns cargos, porém o sistema era censitário, oportunidade em que o critério de renda determinava a participação política. Com a proclamação da República, veio uma nova Constituição em 1891 que estabelecia o fim do voto censitário, mas excluía analfabetos, mulheres, entre outros perfis. Dessa forma, a maior parte da população continuava excluída da participação política. Além dessa exclusão, no texto constitucional de 1891, o voto era aberto, o que favorecia a fraude eleitoral.

Com a Constituição de 1934, finalmente o voto feminino foi inserido no texto, juntamente com o voto secreto. Em 1937, a criação da ditadura do Estado Novo levou à outorga de uma nova constituição apelidada de “polaca”, a qual garantiu a centralização do poder na figura do presidente Getúlio Vargas. O fim do Estado Novo, em 1945, garantiu a redemocratização do país e uma nova Constituição promulgada em 1946, texto que teve validade até a instalação do regime militar (1964 – 1985). Com a criação do regime de exceção, veio uma nova Constituição em 1967; e, na sequência, uma emenda constitucional em 1969, considerada por muitos juristas, como já informado, uma nova Constituição, que fora outorgada. Durante esse período, a participação política foi restringida; pois, para muitos cargos públicos, entre eles o de presidente da república, não era prevista a participação direta dos cidadãos brasileiros.

Com o fim do Regime Militar em 1985, abriu-se caminho à redemocratização e foi convocada uma Assembleia Constituinte em 1986, que promulgou uma nova Constituição em 1988. A Constituição Federal de 1988 foi apelidada de “Constituição Cidadã” e é considerada a mais democrática da história do Brasil. O referido e atual texto constitucional garantiu o voto direto e secreto, o direito ao voto para analfabetos, a independência e a harmonia entre os poderes. Além disso, a Constituição Federal de 1988 ampliou os direitos e garantias sociais e fundamentais, estabeleceu maior autonomia para os Municípios, entre outros benefícios.

Mas uma pergunta deve ser feita: será que, com a Constituição de 1988, podemos entender que finalmente a democracia está consolidada?

A história do Brasil mostra um longo histórico de instabilidades, avanços e retrocessos. Certamente, uma visão mais atenta da nossa trajetória como país permite perceber, apesar dos percalços, um caminho de evolução, sobretudo em termos de direitos e garantias fundamentais, de cunho individual e coletivo. Evidente que tal conclusão não afasta, por completo, problemas, instabilidades ou retrocessos; mas, garante que o respeito à Lei, à Constituição e a todas as instituições republicanas é dever de todo cidadão brasileiro, e mostra-se fundamental para que continuemos a buscar a melhora das relações em sociedade.


Quatro temas fundamentais para incluir na revisão de Biologia
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É importante dar atenção a quatro eixos para uma boa revisão de Biologia para o Enem e Vestibulares: Biologia celular e metabolismo celular; Grupos de seres vivos e Fisiologia; Genética e Biotecnologia; Ecologia.

Estrutura celular 

No primeiro eixo, devemos privilegiar a estrutura celular, revendo organelas presentes em uma célula eucariótica.  Por exemplo a mitocôndria, qual papel ela exerce em uma célula, relativamente à respiração celular aeróbia e sua importância no fornecimento de energia para o trabalho celular? É verdade que mitocôndria foi bactéria um dia, afirmação relacionada à teoria endossimbiótica? E as divisões celulares mitose e meiose? Precisamos lembrar como ocorrem, quais são suas fases, como relacioná-las, por exemplo, ao processo de gametogênese que ocorre durante a produção de ovócitos e espermatozoides. E quanto ao processo de divisão das células bacterianas, ele é igual ao que ocorre em uma célula eucariótica? Estrutura de DNA e RNA, ação gênica, transcrição, tradução e mutação gênica são tópicos que devem ser revisados com mais atenção. Fotossíntese, em todos os seus aspectos, suas fases, participação dos pigmentos absorvedores de energia luminosa, curvas de ação da fotossíntese, fatores limitantes e ponto de compensação são tópicos relevantes que devem ser valorizados e revistos.

 

Os reinos animais e vegetais

No segundo eixo, precisamos rever as características dos principais grupos dos seres que pertencem aos reinos estudados no curso de Biologia. Como diferenciar os reinos Monera, Protoctista, Fungi, Animalia e Plantae, além dos componentes do grupo dos vírus, tão na moda atualmente. Qual a característica que distingue os componentes do reino Monera, bactérias, de todos os demais reinos? O que significa célula procariótica? Rever a importância ecológica, alimentar, industrial e médica das bactérias, como causadoras de doenças. É fundamental, ainda mais por estarmos em uma época em que se destacam as bactérias multirresistentes causadoras de várias alterações no ser humano. Com relação aos vírus, rever sua estrutura básica, acelular, e as principais doenças que atraíram a atenção das autoridades de saúde pública em nosso país: febre amarela, dengue, zika, chikungunya e gripe. No caso das algas, rever seu papel de absorvedores, sequestradores de carbono e atenuadores do efeito estufa. Quantos aos fungos, precisamos destacar seu caráter heterotrófico, decompositor e de importância alimentar, além da associação mutualística, micorriza, que algumas espécies desempenham com raízes de vegetais.

A revisão dos componentes dos grupos animais e de plantas deve valorizar os principais representantes, suas características e morfologia e, sobretudo, a importância ecológica que desempenham. No caso dos vegetais, rever com cuidado, por meio de cladogramas, os principais grupos: briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas, destacando a presença de várias características, tais como a existência de tecidos condutores, sementes, grãos de pólen, tubo polínico, flor e fruto – as duas últimas estão presentes apenas em angiospermas.

Dentre os grupos animais, reveja as características distintivas dos diversos representantes de moluscos, anelídeos artrópodes e cordados, destacando seus papéis e importâncias na conquista do meio terrestre. Claro que não se deve esquecer dos demais grupos, com maior evidência para nemátodas e platielmintos e também a atuação de algumas espécies como causadoras de verminoses em seres humanos.

Em termos da Fisiologia, tanto dos vegetais quanto dos animais, precisaremos rever os principais aspectos relativos à complexidade crescente dos mecanismos de transporte nos vegetais; às trocas gasosas e a transpiração que ocorrem por meio dos estômatos; e ação dos fitormônios em inúmeros processos reguladores fisiológicos. No caso dos animais, é muito importante rever o aumento de complexidade dos compartimentos destinados à digestão dos alimentos, aos processos circulatórios cada vez mais sofisticados entre os vertebrados, assim como às trocas gasosas, cutâneas, traqueais e pulmonares.

Hormônios produzidos por glândulas endócrinas humanas devem ser cuidadosamente revistos, bem como a constituição do sistema nervoso e seus componentes: os neurônios e seu papel na condução de estímulos ao longo das sinapses. Por fim, os mecanismos relacionados à reprodução, tanto em vegetais como em animais, devem ser cuidadosamente revistos, valorize principalmente os tipos de células reprodutoras e os processos celulares de sua produção, se por mitose ou por meiose.

Genética

No terceiro eixo, é produtivo rever as ocorrências relacionadas às leis da Genética: os cruzamentos, probabilidades, os tipos sanguíneos e possíveis transfusões, a Genética de Populações, enfim, tudo o que se relaciona ao assunto frequentemente questionado em exames vestibulares e Enem. Em biotecnologia, os principais eventos relacionados aos transgênicos são importantes, bem como também células troncos e sua utilização em procedimentos agrícolas e médicos.

Meio ambiente e ecologia 

No quarto eixo, Ecologia, é indispensável a correta revisão dos principais conceitos ecológicos, os eventos relacionados ao fluxo de energia, cadeias e teias alimentares; e uma correta noção do que representam as pirâmides ecológicas, principalmente as de biomassas e energia, em termos de sua importância na manutenção da biodiversidade dos ecossistemas. Reveja com cuidado os ciclos biogeoquímicos da água, do carbono e do nitrogênio, com destaque para os principais eventos que ocorrem na ciclagem dos elementos químicos. Valorizar a revisão da dinâmica do crescimento populacional e das interações biológicas interespecíficas e intraespecíficas, com destaque para os mutualismos, comensalismos, predações, competições e seu papel na manutenção do equilíbrio ambiental.

Claro que a poluição ambiental merece papel de destaque em uma revisão. As diferentes agressões a que o ambiente está sujeito, tais como liberações de gases poluentes, chuva ácida, acentuação do efeito estufa, incremento do aquecimento global, eutrofização e biomagnificação trófica são tópicos que devem sempre ser lembrados. Desmatamentos, queimadas e alterações na composição da biodiversidade de nossas florestas estão na ordem do dia e devem ser cuidadosamente revistos.

Como revisar?

Como se deve fazer a revisão? Rever sozinho ou em grupos? Rever relendo os textos do material utilizado ao longo do ano ou praticando exercícios que caíram no Enem e nos últimos vestibulares? Qualquer das alternativas é válida! O importante é avaliar o rendimento durante a revisão. Fazer revisão sozinho é fundamental para quem não se adapta a executar trabalho em grupo. Por outro lado, revisão em grupo só funciona se todos estiverem envolvidos e focados na tarefa de rever os conteúdos – brincadeiras e distrações não são boas companheiras agora. A leitura de textos é útil, mas deve ser dirigida aos tópicos destacados nos quatro eixos, a atenção ao que é mais solicitado em exames! A resolução de exercícios que já caíram é uma boa escolha, desde que efetuada de modo rápido e com valorização – mantenha o foco! – daquilo que é mais solicitado no Enem e nos diversos vestibulares.


De que modo o Brexit já está mudando a Ordem Mundial?
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“We are leaving the European Union, but we are not leaving Europe” (“Nós estamos deixando a União Europeia, mas nós não estamos deixando a Europa”). Este  trecho faz parte da carta eviada pela premiê britânica Theresa May  ao Donald Tusk, presidente do conselho europeu, em 29 de março deste ano. Assim teve início formalmente o processo de retirada do Reino Unido da União Europeia. As negociações do “divórcio” deverão ser finalizadas em março de 2019, como prevê originalmente o artigo 50 do Tratado de Lisboa (documento formulado há dez anos,que determina como pode ocorrer a retirada de um estado membro do bloco). Porém, muitos acreditam que dois anos não serão suficientes para concluir o inédito processo, que deverá ir além desta década.

A carta de May reflete a vontade dos habitantes do Reino Unido manifestada em junho do ano passado no polêmico referendo em que os eleitores ingleses foram convocados a responder a seguinte questão: “Deve o Reino Unido permanecer como membro da União Europeia ou sair da União Europeia?”. Como já é de conhecimento notório, a opção “Sair” venceu com uma pequena vantagem de 1,2 milhões de votos sobre a opção “Permanecer”, em um universo de 33,5 milhões de votos válidos.

A vitória do “Brexit” (abreviação das palavras “Britain” e “exit” que deriva do neologismo “Grexit”, indicador de uma possível saída da Grécia da Zona do Euro) sobre “Bremain”, no referendo, forçou o parlamento britânico a aceitar a saída do Reino Unido da União Europeia, assim como trouxe uma série de questões acerca do momento atual e das suas possíveis consequências não só na Europa, como também no sistema mundial. Podemos destacar quatro grandes tendências globais relacionadas ao fenômeno “Brexit” que ganharam forma nesta década e possivelmente se manterão no decorrer dos próximos anos.

  1. A emergência da Era da Pós-Verdade

Pós-Verdade (“Pos-Truth”) é um termo originado nos anos 1990 que ganhou grande destaque a partir de dois momentos do ano passado: o referendo pela saída do Reino Unido da União Europeia e a eleição presidencial norte-americana.

O dicionário Oxford elegeu o termo como a principal palavra de 2016 e assim o definiu: “relacionar ou denotar circunstâncias em que os fatos objetivos são menos influentes na formação da opinião pública do que apelos à emoção e à crença pessoal” (tradução livre de “relating to or denoting circumstances in which objective facts are less influential in shaping public opinion than appeals to emotion and personal belief”).

Além da menor importância dada aos fatos concretos no entendimento da realidade que o uso da Pós-Verdade sugere, devemos observar a importância da difusão de boatos, das “fake news” e da criação dos “fatos alternativos” compartilhados via redes sociais e que potencializam o alcance da Pós-Verdade, desorientando a opinião pública, principalmente em períodos eleitorais. A vitória do “Brexit” pode ser, em parte, creditada à difusão da falsa informação de que o custo de manutenção do Reino Unido na União Europeia era de 350 milhões de libras semanais.

  1. A polarização das sociedades

 

O relatório “Global Risks Report 2017”, do Fórum Econômico Global, publicado em janeiro deste ano, às vésperas da reunião anual do Fórum em Davos, na Suiça, aponta a polarização das sociedades como um dos grandes riscos globais atuais. Nas palavras do relatório: “As questões de identidade e cultura foram fundamentais para os dois resultados políticos ocidentais mais dramáticos de 2016, no Reino Unido e nos Estados Unidos.”. Os resultados eleitorais se devem a “uma reação entre eleitores mais velhos e menos educados que “se sentem marginalizados em seus próprios países” devido à mudança de valores em sua tradição – por exemplo, questões de identidade de gênero, raça, multiculturalismo, proteção ambiental e cooperação internacional”.

O resultado apertado do referendo britânico é um indicador claro dessa polarização dos dias atuais. escoceses e norte-irlandeses votaram em maioria pela manutenção do Reino Unido na União Europeia (2,1 milhões de votos para “Bremain” contra 1,3 milhões para “Brexit”), mas foram calados por uma massa de eleitores ingleses, formada principalmente por conservadores e idosos, que depositou 15,1 milhões de votos em nome da saída do bloco.

  1. A aversão à imigrantes não afeta somente quem é proveniente do “Sul”

 

Desde meados da década de 1990, a chamada migração líquida, que considera a imigração menos a emigração, vem crescendo no Reino Unido e o número de imigrantes, segundo dados do Migration Observatory da Universidade de Oxford, saltou de 3,8 milhões para 8,7 milhões, entre 1993 e 2015, passando de 7,0% para 13,5% da população total.

Uma parte significativa desse fluxo migratório se deve a pessoas vindas de países pertencentes à União Europeia, destacando-se os grupos provenientes do leste europeu, que intensificaram sua chegada após o alargamento da União Europeia ocorrido em 2004. O maior grupo de residentes nascidos fora do Reino Unido é de poloneses, que totalizam 9,5% do total, seguidos por indianos (9,1%), paquistaneses (5,9%), irlandeses (4,5%), alemães (3,3%) e romenos (2,6%).

A oposição de grande parte da sociedade britânica à imigração, tanto de pessoas oriundas da União Europeia, quanto de fora do bloco, ajuda a explicar a vitória dos “brexiteers”. A pequena cidade de Boston, localizada no nordeste da Inglaterra, ficou conhecida como epicentro do “Brexit” por estabelecer a vitória local com 77% dos votos. Sua população de 64 mil habitantes cresceu em ritmo acelerado na última década devido à recente imigração proveniente do leste europeu, assim 13% do total de habitantes é de europeus não naturais do Reino Unido.

  1. A desglobalização

 

Em oposição a Boston, capital de “Brexitland”, encontra-se “Londonia”, ou seja, Londres, que curiosamente concentra quase 40% de todos os imigrantes que vivem no Reino Unido, mas que votou em sua maioria pela permanência na União Europeia. A cidade global britânica manifestou-se explicitamente a favor da manutenção do Reino Unido na União Europeia durante e após o referendo, com manifestações reivindicando o “Exit from Brexit”. Porém, o referendo foi decidido por eleitores que se sentem excluídos do processo de globalização que impulsionou a economia da cosmopolita Londres nas últimas décadas.

O crescimento da desigualdade, a estagnação salarial e a insegurança perante as mudanças propiciadas pelos avanços tecnológicos criaram ressentimentos de parte da classe trabalhadora (empregada ou desempregada) em relação aos possíveis efeitos negativos da política econômica britânica das últimas décadas, que inclui a integração econômica com o continente e com o mundo.

Além da repulsa aos pretensos efeitos maléficos da interdependência econômica, das mudanças tecnológicas e da intensificação de fluxos internacionais, ocorre um avanço de movimentos nacionalistas na Europa, como se observa em diversos países: França, Alemanha, Espanha, Hungria, Polônia, Grécia e, é claro, Reino Unido, onde mesmo uma importante liderança do tradicional partido conservador, como o ex-prefeito de Londres, Boris Johnson, chegou a afirmar que a União Europeia é uma nova tentativa de se criar um superestado europeu aos moldes do que “Napoleão Bonaparte ou Adolf Hitler tentaram”.

Os revezes econômicos globais que foram identificados na última década, notadamente a partir da crise econômica de 2008, podem estar originando uma “desglobalização” comercial e financeira que, nos últimos anos, afetou o ambiente político dos Estados Nacionais, que adotaram medidas de protecionismo comercial e de restrição à imigração, confirmando medidas de oposição à globalização. Tais medidas são, em grande parte, apoiadas pela sociedade, que vive um mal-estar por conta das mudanças geradas pela interdependência econômica global (ou regional, no caso da UE) e assim se manifesta através do voto.

 


A Revolução Russa por outros olhares
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O ano de 2017 marca o aniversário de 100 anos da Revolução Russa. Por conta disso, uma série de eventos e publicações estão programados para os próximos meses em todo o mundo. Paralelamente, o referido centenário traz algumas preocupações para os estudantes que estão se preparando para o ENEM e demais vestibulares: o que pode ser cobrado? como pode ser cobrado? como devo estudar o tema? O presente texto busca trazer essas respostas.

Inicialmente, quando analisado o histórico de questões sobre Revolução Russa, conseguimos observar que o assunto é cobrado com baixa frequência – de todos os grandes temas do século XX na História Geral, a Revolução Russa é a preterida entre as bancas examinadoras. O ENEM nunca abordou o tema, a FUVEST o fez pela última vez em 2000. Das universidades públicas paulistas, apenas a UNESP tem cobrado o assunto com significativa frequência – desde 2010, foram 6 questões. Já com relação a forma como as bancas abordam o tema, esta é feita de maneira bastante tradicional: questões com viés materialista, discutindo causas e consequências; as fases da revolução; e as mudanças políticas, sociais e econômicas. As questões mais complexas se limitam a abordar a Revolução Russa em seu contexto com o período do entre Guerras e comparativamente com outras revoluções, em especial a francesa de 1789.

O cenário descrito acima, poderia, isoladamente, trazer o diagnóstico de que o estudo da Revolução Russa está em uma posição de segunda importância – o que seria um completo equívoco.

O tema deve ser tratado com bastante atenção, ao menos por duas razões: (i) ele faz a ligação das teorias socialistas e dos embates ideológicos do século XIX com os acontecimentos da primeira metade do século XX; além do fato de que (ii) compreender a Revolução e seus desdobramentos é compreender, em grande medida, todos os acontecimentos do século passado, como a ascensão do Fascismo, a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria – temas que são cobrados todos os anos.

Se isso não bastasse, a Revolução Russa é daqueles temas que permite reflexões e abordagens bastante interessantes. Ao analisarmos o ENEM e os vestibulares mais concorridos do país, observamos uma tendência de questões que buscam avaliar determinadas habilidades nos candidatos, muito além da simples memorização e exposição de conceitos. Atualmente, o candidato que busca um curso concorrido em uma universidade de ponta deve estar apto a correlacionar situações concretas a conceitos teóricos, bem como inter-relacionar conceitos diversos para efetuar análises complexas. Nesse sentido, nós do Anglo trabalhamos com nossos alunos o que denominamos de HAC (Habilidades de Alta Complexidade). Vejamos um exemplo:

 

As duas imagens acima foram produzidas por importantes artistas russos em momentos históricos bastante significativos. O primeiro trata-se de um cartaz feito em meio à guerra-civil como forma de apoiar os Bolcheviques contra os Brancos – a obra é dividida em duas grandes partes, uma branca e outra preta. No lado branco há um grande triângulo vermelho, cuja ponta atravessa a divisória entre as cores e penetra no círculo branco que domina o lado preto, escapando vários estilhaços vermelhos. O segundo é um quadro produzido quarenta anos depois, no fim do regime stalinista – nele temos dois homens, um deles está morto enquanto o outro toma a bandeira vermelha em punho. As obras fazem parte, respectivamente, da arte vanguardista russa e do realismo soviético.

O início do século XX foi marcado por inúmeras transformações que se refletiram em inúmeros movimentos artísticos de vanguarda. Nesse contexto, a Rússia governada pelo Czar Nicolau II, tendo sido derrotada na Guerra Russo-Japonesa (1905) e na Primeira Guerra Mundial, e em meio a uma enorme crise, foi o cenário ideal para o surgimento de inúmeras vanguardas que contestavam a arte até então praticada – a arte do czar e da burguesia. O ambiente pré-revolucionário foi marcado por uma grande efervescência cultural, situação que se manteve até a construção do totalitarismo de Stalin. A arte moderna russa pôs a arte sobre novas bases, tal como Lênin pretendia fazer com o mundo ao criar o seu Estado socialista.

Os artistas vanguardistas na Rússia eram entusiasticamente a favor do Estado – ao menos nos primeiros anos pós-revolução. E para os Bolcheviques, apoiar as correntes artísticas radicais e progressistas era promover um novo modo de vida igualmente radical e progressista proposto pela Revolução de Outubro de 1917. Nesse contexto, temos a primeira imagem em que as formas e o estilo da arte não representacional são usados de uma maneira extremamente simbólica.

Com o desenrolar da Revolução e a progressiva construção do totalitarismo stalinista, o espaço para o diferente e para a contestação cessou. A ideologia totalitária submeteu também o campo da cultura, e a arte vanguardista deu espaço para o realismo socialista a partir da década de 1930, como demonstra a segunda imagem. Em um formato bastante distinto, nela fica expressa uma verdadeira política de Estado para a estética, que determinou tendências nas mais diversas esferas do campo da cultura – da literatura ao design de produtos.

O realismo soviético é avesso à arte subversiva, é contrário às ideologias subversivas. Comparar as duas imagens é observar, através da arte, como o projeto revolucionário de 1917 mudou de curso.

Em síntese, o bom estudante deve estar atento a fatores que vão além da simples narrativa histórica, desenvolvendo através de seus estudos habilidades complexas que o permitam, entre outras, contrastar documentos de diferentes naturezas reconhecendo a influência da subjetividade em seus registros, bem como inseri-lo dentro do seu contexto histórico.



Fontes: Pinterest/Voyager


Quais os temas mais comuns em Ecologia nos vestibulares
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Dicas de Vestibular

*Por Armênio Uzunian

ecology

Se há um assunto com 100% de possibilidade de ser solicitado no Enem e nos principais vestibulares, sem dúvida é a Ecologia. O quê, mais propriamente? A questão ambiental é a mais relevante. Dentre os temas ambientais mais relevantes, podem ser destacados:

– Danos aos ecossistemas florestais decorrentes de desmatamentos;

– Efeito estufa, suas causas (gases de estufa) e o aquecimento global;

– Resultados obtidos na COP-21, realizada em Paris em dezembro de 2015;

– Sequestro de carbono com plantio de árvores na remediação do efeito estufa;

– Poluição atmosférica e radioativa;

– Chuvas ácidas e consequências danosas aos ecossistemas;

– Contaminação dos recursos hídricos com consequente ocorrência do fenômeno da magnificação trófica;

– Eutrofização dos recursos aquáticos com diminuição progressiva do teor de oxigênio dissolvido;

– Ameaça aos recifes de coral com branqueamento e dissolução dos esqueletos calcários por conta da acidificação das águas oceânicas;

– Mecanismos de biorremediação que podem ser utilizados, sobretudo em casos de poluição aquática.

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Não se pode esquecer também dos temas tradicionais e obrigatórios da Ecologia:

– Conhecimento dos conceitos fundamentais da Ecologia: população, comunidade, ecossistema, bioma, biosfera, hábitat e nicho ecológico;

– Fluxo de energia nos ecossistemas, com reconhecimento da importância das cadeias e teias alimentares e seus componentes ou, níveis tróficos, destacando-se a base das teias alimentares, representada pelos seres autótrofos, principalmente o fitoplâncton nos meios aquáticos;

– Interpretação correta das pirâmides ecológicas: números, biomassas e energia;

– Ciclos biogeoquímicos, destacando-se o do Carbono e o do Nitrogênio;

– Crescimento populacional, seus gráficos e características. Conhecimento do significado de curva de potencial biótico, curva logística e resistência ambiental;

– Dinâmica das comunidades, as interações biológicas intraespecíficas e interespecíficas, com destaque para os mutualismos, comensalismos e competições interespecíficas;

– Sucessão ecológica, seu significado, características e resultantes, com conhecimento essencial do significado de produtividade nos ecossistemas, sobretudo nos estágios clímax;

Esses são temas relevantes da Ecologia que, certamente, comparecerão nas mais importantes provas de avaliação, seja do Enem, seja de ingresso às Faculdades e Universidades brasileiras. É preciso estar preparado!

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